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Tramas participa do III Seminário Rede Linhas: Limites e Potências do Atordoamento nas Catástrofes Cotidianas

  • há 10 horas
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Pesquisadores, estudantes e integrantes do Tramas Comunicacionais participaram, entre os dias 6 e 8 de maio, do III Seminário da Rede Linhas: Limites e Potências do Atordoamento nas Catástrofes Cotidianas, realizado na Hemeroteca do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (Icsa) da Universidade Federal de Ouro Preto.

 

O evento reuniu pesquisadores da Rede Mineira de Historicidade e Narrativa – Linhas, formada pelos grupos Cultura Fotográfica (UFOP), Narra - Narrativa, Cultura e Temporalidade (UFU) e Tramas Comunicacionais - Narrativa e Experiência (UFMG). A programação contou com mesas de debate, apresentações de pesquisas, seminários de iniciação científica e discussões metodológicas sobre comunicação, imagem, violência, memória, gênero, política e territórios atingidos por diferentes formas de vulnerabilidade social.

 

A proposta do seminário foi discutir as chamadas “catástrofes cotidianas”. Durante o encontro, os organizadores destacaram que o projeto busca compreender como esses processos afetam diferentes grupos sociais e de que forma também geram resistência, criatividade e novas formas de ação coletiva.

 

O evento incluiu apresentações das pesquisas desenvolvidas pelos estudantes de iniciação cientifica dos grupos. Integrantes do Tramas, Ana Sofia apresentou o artigo "Vida ordinária: a arte do encontro em ‘O dia que te conheci’"; Bruce Friche apresentou a pesquisa "Será que o Lula usa GymRats? Uma análise do corpo pressuposto em um aplicativo de desempenho físico", e Erick Abreu apresentou o texto "'Pula catraca estoura o tampão': Pulão como resposta a Mobilidade Urbana excludente de BH".

 

Além disso, o seminário abordou temas como cultura visual, violência doméstica, colonialidade, religiosidade, mobilidade urbana, disputas digitais, deepfakes, gênero, audiovisual, música e experiências sociais em territórios marcados por vulnerabilidades e conflitos sociais. As apresentações também discutiram representações periféricas na música e na moda, narrativas sobre luta pela terra, experiências LGBTQIAPN+, violência política de gênero e os impactos das mídias digitais na sociedade contemporânea.

 

O seminário integrou as ações do projeto “Catástrofes Cotidianas 2: Potências do Atordoamento”, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

 

A comissão organizadora foi composta pelos professores Flávio Valle (UFOP), Bruno Leal (UFMG), João Damásio , Nicoli Tassis e Nuno Manna, todos da Ufu. O evento também contou com a participação dos pesquisadores Itania Gomes (UFBA) e Evandro Medeiros, da UFOP, responsáveis pelas provocações e debates ao longo da programação.



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